Copa de 1982

Copa de 1982
Lembranças da Copa do Mundo de 1982: veja o artigo que escrevi sobre o melhor mundial de todos os tempos

terça-feira, 23 de maio de 2017

Seleção rara da Brianezi - 1972/76 - Bem-vindo Porto Rico

Agradecimento especial ao amigo Alexandre Badolato, que é o maior colecionador de carros antigos da marca Dodge do país. Amigo Badolato o que o senhor fez por mim é algo inesquecível. Poucos, mas muitos poucos colecionadores de qualquer segmento estendem a mão, sua generosidade e doações de botões antigos, tanto os de marca originais como Brianezi, Sportec, Crak´s e os seus antigos e lindos botões que você fabricou de 1985-1986, que tinha o Caio Ribeiro, comentarista, como um de seus clientes, estarão aqui presentes na minha coleção até o dia que eu desencarnar. E, pode ter certeza, que mesmo após o meu desencarne nenhum urubu, rato de esgoto, atravessador, safado, sem vergonha, picareta 171, ficará nem com uma simples bolinha de lã de minha coleção. Este país merece ser DENUNCIADO. Não podemos viver na 'lama' eterna como acontece com nossos políticos em Brasília. Essa 'lama' existe em qualquer esquina de nosso país. E no colecionismo de brinquedos antigos e jogos de botões, acontece a mesma coisa. Eu como jornalista desde 1997 não posso deixar batido. Não posso ficar CALADO. Doa a quem doer. Estarei denunciando SEMPRE para muitos ABRIREM O OLHO para a MÁFIA, COMO EU ABRI. Existe muita sacanagem, mentira e traição, pois isso aqui (olha só, deu para entender: $$$$$$) é quesito número 1 para estes gananciosos sem ética.
Para SEMPRE, BADOLATO, MEU MUITO OBRIGADO novamente por este presente, ESTAMOS JUNTOS!

Botões PARA SEMPRE APRESENTA: 
SELEÇÃO PORTO-RIQUENHA DE FUTEBOL DE BOTÃO
Poderíamos contar sobre a bela história da seleção de Basquete de Porto Rico...Mas...
 Conhecido por exportar bons jogadores de basquetebol para diversas ligas, Porto Rico agora se orgulha também por começar a seguir esse caminho, pelo menos no Futmesa de 'Botões para Sempre'. Mas, o que teria levado o senhor Paulo Brianezi, fundador (in-memorian) da lendária fábrica de botões a produzi-lo em 1972/1976, período dos primeiros botões de celulóide importado, com apenas a bandeirinha/escudo do time? Essa é uma pergunta que faço ao senhor Lúcio, filho do fundador, que assumiu a empresa de jogos e brinquedos em 1978. A seleção nunca participou de uma Copa do Mundo. Desde a sua estreia nas Eliminatórias para a Alemanha 1974 para o início da estrada da Copa no Brasil de 2014, havia apenas duas vitórias em 17 jogos. Uma trajetória pífia. No entanto, o país conseguiu o mesmo número de vitórias na última qualificação da Concacaf, mas isso não foi suficiente para avançar para a terceira fase do sonho brasileiro.
Suas participações em torneios resumem-se apenas à Copa do Caribe, a qual participou em dez oportunidades, não tendo até hoje se classificado nem sequer para a Copa Ouro da Concacaf. Sua maior derrota do 'Furacão Azul' ocorreu em 1959, com um 15 a 0 favorável a extinta seleção de Antilhas Holandesas.
Senhor Lúcio Brianezi, o que teria levado a sua família a fabricar esta seleção exótica? Meus parabéns, para Sempre, ainda aguardo a nossa entrevista para o maior site da História do Futebol de Botão do Brasil. Um abraço fraterno, de Ricardo Bucci, jornalista MTB 28.445 de 'Botões para Sempre'.

Um país mal ranqueado pela FIFA
Território associado aos Estados Unidos, mas culturalmente independente, Porto Rico é uma das Ilhas do Caribe, com maior potencial de crescimento do esporte bretão. Pelo menos aqui no Botão, ele vai disputar de 'pau a pau' com EUA, Canadá, México, outras seleções fortes que possuo da Concacaf. Apesar de toda riqueza e potencial, Porto Rico segue como coadjuvante no Caribe, ocupando apenas a posição de número 158 no ranking da FIFA, até a Copa de 2014. Uma das razões de estar tão mal ranqueada é o fato de disputar poucos jogos ao longo do ano. 

Mas, será que teremos um futuro melhor para essa seleção exótica?
Nos últimos anos, alguns jogadores da seleção 'boricua' (como é conhecido aquele que nasce em Porto Rico) vem se transferido para divisões inferiores da Europa.
É o caso do furacão Héctor 'Pito' Ramos...
No blog 'FutCentral', perguntaram para o ídolo do país, qual é a sua opinião sobre a seleção Porto-Riquenha de Futebol?
Hector Ramos respondeu: "Temos uma boa seleção com uma competente comissão técnica. O nível dos jogadores porto-riquenhos é muito bom mas penso que mais tempo para estarmos juntos e um pouco mais de dedicação da Federação de Futebol de Porto Rico.
Curiosidades:
A situação política é alvo de constantes discussões no país. A Federação local é filiada a FIFA desde 1960, o que lhe dá o direito de ter uma seleção nacional, além de um campeonato próprio. Apesar disso é comum equipes do país disputarem campeonatos nos EUA. O último deles e que obteve sucesso foi o "Puerto Rico Islanders" que chegou até as semifinais da CONCACAF Champions League na edição 2008-09.
O clube Puerto Rico Islanders costuma fazer boas campanhas
Porto Rico e Granada pela Copa do Caribe: partida terminada em 2 a 2
 
O site 'Futebol Central' também perguntou para um dos jornalistas esportivos mais conceituados de Porto Rico, Edwin Jusino: O senhor é contra ou a favor de uma união entre Concacaf e Conmebol?
Jusino respondeu: "Eu sou contra. Na verdade, eu acredito que a CFU (União Caribenha de Futebol) deveria romper com a Concacaf, fato que nos daria mais chances de classificar seleções do Caribe para a Copa do Mundo e ajudar a crescer o esporte mais nas Ilhas". 
Outros modelos da Brianezi: este acima pertence ao amigo Zeca, o José Mauro que mora nos EUA. Parabéns, Zeca, honre sua coleção como a minha e não ceda a nenhum picareta.
Algumas outras fotos de meu arquivo virtual retirados, grande parte, nesses sites 'nefastos' de compra virtual, recheados de 'picaretas 171' tanto de colecionadores/vendedores/revendedores, que gostam de ferrar o mercado. Só que um dia a casa de vocês vão cair, KKKKKKKKKK
Muitas cores: a Brianezi como sempre dava um show à parte em questões de modelos diversos.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Meus campeonatos: E por falar em Libertadores...

O Peñarol do Uruguai sagrou-se campeão invicto da edição de 2017. De quebra teve o atacante número 9 o melhor jogador do torneio. O time, que foi reforçado originalmente da fábrica Brianezi de 1981, segundo consta o seu antigo dono, um amigo jornalista que vendeu alguns exemplares num site de compra há dois anos atrás, conseguiu superar o 'todo poderoso' Corinthians também no modelo 'duas faixas'. Uma final para entrar para a história em 'Botões para Sempre'. O jogo final, no Pacaembú lotado (ainda revivo os estádios antigos de minha época), esteve paralisado por 15 minutos, por causa que a bolinha perdeu-se no meu quarto. Incrível. Raramente isso acontece. Já aconteceu algumas vezes. Tanto que, uma bola sumiu em 2011 e só foi encontrada dentro de um ferro de um antigo aparelho de ginástica em 2014! Coisas 'surreais' (rs) que acontecem.
Mas, voltando ao certame, a Taça Libertadores de 2017 teve até gol de goleiro, do Cobreloa/CHI numa partida em que o adversário bateu tão forte na bolinha (o jogador do Nacional/URU) e ela percorreu numa velocidade absurda, em linha reta, sem bater em ninguém e foi direto para o gol do goleiro uruguaio. Realmente só mesmo no botão para nos proporcionar esses momentos únicos, vibrantes e inesquecíveis. O Cosmos ficou em terceiro. O time chileno de Calama em quarto. Parabéns ao Peñarol que já fatura seu segundo título na história da Taça Libertadores da América. Agora teremos a final da Recopa Sul-Americana, em dois jogos, que envolverá o Cruzeiro/MG, campeão da Sul-Americana.

A campanha
Primeira fase
Peñarol 1 x 1 Cobreloa
Nacional 2 x 2 Peñarol
Estudiantes 2 x 3 Peñarol
Cobreloa 1 x 1 Peñarol
Peñarol 3 x 0 Nacional
Peñarol 2 x 2 Estudiantes
Quartas
Botafogo 2 x 2 Peñarol
Peñarol 5 x 1 Botafogo
Semi
Peñarol 2 x 2 Cosmos
Cosmos 1 x 3 Peñarol
Final
Peñarol 2 x 1 Corinthians
Corinthians 2 x 2 Peñarol
Segundos antes da bolinha rolar na final entre os dois Brianezi: Corinthians e Peñarol
Agradecimento especial ao amigo Badolato que conseguiu completar o time original de 1981 que estava me faltando peças. E, quem diria, o time uruguaio massacrou o Fogão da Brianezi, que, muitos e até eu achava que estava imbatível na atual conjuntura do botonismo. Dá-lhe, Peñarol!
Decisivo, determinado, muita raça, tipo dos uruguaios. O melhor jogador do torneio, além de fazer muitos gols em encobertas cirúrgicas, marcou mais dois na grande final de hoje.
Anos 80: período mágico do clube
Vamos reviver esta imagem com todas as equipes do certame internacional

NOVIDADES!
ALÉM DA RECOPA, TEREMOS, EM BREVE, O SORTEIO DAS ELIMINATÓRIAS DA COPA FIFA DO JAPÃO DE 2017. TODAS AS SELEÇÕES IRÃO PARTICIPAR. EXCETO O ANFITRIÃO, JAPÃO. SEM DÚVIDA, SERÁ UM TORNEIO LONGO, Um PASSEIO POR TODOS OS CONTINENTES, PARA SABERMOS OS 32 QUE PARTICIPARÃO DE MAIS UMA COPA DO MUNDO. Por falta de tempo, ainda teremos postagens de times originais e antiquissimos aqui no site que envolvem marcas saudosas como Estrela, Brianezi, Crak´s antiga, Onze de Ouro, entre outras.
Aguardem! 

Edição
O Peñarol sagrou-se também campeão da Recopa ao bater o Cruzeiro na final. Primeiro jogo no Mineirão, 2 a 0 para o clube do Uruguai. No segundo jogo, um empate sem gols garantiu o título.

domingo, 14 de maio de 2017

Forza Napoli! Storia D´Amore e di Follia - 1980´s

Botões para Sempre traz orgulhosamente nesse dia tão especial de nossas amadas Mães, o querido e imortal Napoli. Alguns podem achar que eu até exagero em minhas postagens saudosistas, mas deixei para esse "Dia das 'Mães", colocar e deixar aqui registrado um pouco desta 'squadra' tão apaixonada na 'velha bota'. Uma das torcidas que, seguramente, mais crescem na Itália, e detém uma legião de fãs no Brasil (na qual me incluo), principalmente em São Paulo, terra de muitos 'oriundis' napolitanos que vieram durante a Primeira Guerra Mundial e se espalharam por muitos bairros da capital paulista como Mooca, da tradicional doceria Di Cunto, Brás (que minha avó passou boa parte), Bom Retiro (bairro de muitos praticantes do futebol, pois lá nasceu uma eterna amizade entre os saudosos Mário Travaglini, ex-treinador de futebol e meu saudoso avô Bucci), Santana (que meu pai passou a infância), enfim.
Fica aqui minha simples e singela homenagem ao time de coração de meu saudoso avô Oswaldo Bucci que era filho de molisianos, uma pequena região montanhosa acima da Campânia, também no Sul da 'Bota'. Homenagem também a minha saudosa avó Maria, napolitana, que veio no navio junto com os pais Francesco e Giuseppina, no começo do século XX. Torcedora ferrenha do Napoli, eu sempre perguntava a ela: 'Vó, que time a senhora torce'? E ela respondia alto e falando com as mãos, típico dos napolitanos: "Napoli!!!!!!!!!!!, bello!". Meu bisavô por parte de avó paterna, Carmine, também aportou no Brasil vindo do Porto de Nápoles, fugindo da guerra e da fome na Itália.
Enfim. Carrego o sangue napolitano nas veias, tenho um coração grandioso do tamanho da paixão dos napolitanos pelo Calcio, entretanto, não pisem no 'calo' de 'napolitanos' e de seus 'oriundis' rs...Não deixo barato para 'picareta 171 e atravessador de jogos de botões', a verdade tem que ser dita SEMPRE, já que neste país tem de monte, San Genaro! como tem! 
O mais importante: dedico essa postagem a minha mãe, filha de napolitanos, e aos meus avôs/bisa que eram originários da Terra do Vesúvio. E ao saudoso torcedor do Napoli, Giovanni Bruno, o mais respeitado chef de cozinha que nosso país já teve, que todos os domingos abrilhantava nossas tardes com os comentários maravilhosos do Calcio Italiano, ao lado do jornalista Sílvio Lancellotti.
Um agradecimento especial ao amigo Badolato, verdadeiro Mestre do colecionismo, e antigo fabricante de botões dos anos 80. Aliás, foi Badolato, que me presenteou esse time original feito por Guilherme Biscasse (in-memorian) nos anos 80, quando este comandava a fábrica de botões oficiais CRAK´S. Muito obrigado, de coração.

'VEDERE NAPOLI E POI MORIRE'

Fantasia, improvisação, desordem. Sol, mar e canções. Emigração, saudade, separação. Cada uma dessas palavras define Nápoles, umas das três maiores cidades italianas, com um pouco mais de 1 milhão de habitantes. A capital da Campânia, no sul da bota, é um mundo à parte e fascinante.
O napolitano é mais chegado a uma boa conversa do que a uma briga, embora quando converse pareça estar sempre 'brigando'. A constante troca de povos que habitou a antiga região não foi suficiente para descaracterizar Nápoles. Ao contrário. Serviu para acentuar seus traços de independência, de jogo de cintura. O napolitano assimilou um pouco de cada um e deu em um tipo espirituoso, que fez de cada situação uma canzonetta: "O´Sole Mio, Funiculi, funiculá, Torna a Surriento, Core´ngrato, Santa Lucia são músicas que identificam a Itália em qualquer local do mundo. Sem falar de Pepino de Capri e suas belas canções. Mas tudo isso identifica Nápoles, uma cidade que tem seu charme nos becos escuros dos Quartieri Spagnoli ou nos gestos largos de seus habitantes, na TERRA da PIZZA e no SPAGHETTI ao Sugo, sem falarmos das roupas penduradas nos varais. Nápoles também tem o vulcão Vesúvio, seu eterno senhor, e São Genaro, o infalível protetor.
 "Carrego comigo a Força, a Grandeza de Nápoles e seu Povo. Uma cidade Vibrante, Humana e Amorosa"
Sophia Loren, natural da comune de Pozzuoli/Campânia
A Terra da Pizza
Nápoles é famosa pelas suas músicas cantadas no melodioso dialeto napolitano, pela TARANTELLA, pela Pulcinella (uma máscara teatral), mas também por seus monumentos deixados pelos povos que a conquistaram ou reflexos da modernização pela qual passou a cidade no decorrer dos séculos.
Famosa pelos seus presépios, muito supersticiosa (recordista em jogos lotéricos), é a Terra da Pizza, especialmente a Napolitana. Em 1500, Portugal descobriu o Brasil e Nápoles descobriu a pizza. Em 1889, o pizzaiolo napolitano Raffaele Sposito serviu a rainha da Itália, Margherita, esposa de Vittorio Emanuele II, com uma pizza de sabor revolucionário. Ele adicionou a 'VELHA REDONDA', um pouco de manjericão e fatias de muçarela (nova grafia portuguesa de 2009), ou na língua italiana mesmo 'Mozzarella'! E batizou de Margherita a nova pizza, simbolizando as três cores da bandeira italiana (verde, vermelho e branco). Obviamente os calzones, os sofogliatelli, massa folhada recheada com ricota e laranja, a Pastiera di Grano, os Struffoli, o docinho Baba, uma espécie de bolo com calda. E, para beber, o licor de limão Limon Cello.
BOTÕES PARA SEMPRE APRESENTA:
NAPOLI DOS ANOS 80 FEITO POR UM DOS MAIORES BOTONISTAS QUE O PAÍS JÁ TEVE, O SAUDOSO GUILHERME BISCASSE, QUE TANTO LUTOU PELA POPULARIZAÇÃO DE NOSSO ESPORTE.  
fonte de fotos e texto: Guia Papaiz/Itália, site Quattrotratti, Livro Giovanni Bruno 'Aos nossos momentos', Revista Guerin Sportivo - Maio de 1987
Os antigos Botões CRAK´S
O saudoso fabricante de botões, Guilherme Biscasse, produziu dezenas de times italianos no auge do Calcio Italiano na TV Brasileira. Times grandes, pequenos e raros faziam a festa dos botonistas, sobretudo, na segunda metade dos anos 80. Parabéns para a família Biscasse, que hoje mantêm a marca Ki-Gol, no estilo 'tampa'. Os antigos botões Crak´s apareceram e rivalizaram com os Brianezi nos anos 70 e começo dos 80. Numa primeira edição montavam os times em celulóides flexíveis um pouco mais pesados que os Brianezi. A diferença era no número MAIOR, típico, faixas vazadas, para diferenciar da concorrente. Na segunda edição ainda mantiveram as duas faixas e os decalques, que dava um charme especial à mesa.
Homenagem a minha família
Meu bisavô materno, Francesco, com sua esposa Giuseppina, vindos da pequena Comuni di Boscotrecase/na província de Napoli. Inicialmente aqui desembarcaram em Americana, interior de SP, que ainda era chamada de 'Vila Americana'. Começaram a trabalhar com lavouras de café e, posteriormente, com frutas no Mercado Municipal em São Paulo.
A pequena Boscotrecase com apenas 10 mil habitantes, na província de Nápoles, terra de minha avó/bisavó/bisavô por parte materna.

Por parte de Pai....
Meu bisavô por parte de avó paterna, Carmine, com sua esposa Anna, no começo do século XX. Também com saudades de sua terra, Nápoles.
Meu bisavô Bucci, por parte de pai: o construtor italiano, Angelo Bernardo Bucci, que ajudou a CONSTRUIR A SANTA CASA MISERICÓRDIA DE SÃO PAULO. Nasceu em 09 de abril de 1886, em Sessano del Molise que fica, aproximadamente, 40 minutos de Nápoles.
Um dos inúmeros castelos (Foto: Castelo Nuovo) erguidos na Terra da Pizza

A 'squadra'
O futebol chegou a cidade de Nápoles no início do século XX, por marinheiros. Fundado em 1926, entre os seus títulos mais importantes, o Napoli detém 1 Copa UEFA, 2 campeonatos italianos, 5 Copas da Itália e 2 Supercopas italianas.
Logo atual
A evolução dos escudos
1981-82
1989-90
Trio com Giordano, Careca e Maradona
Dois gênios da bola
1970-71 com Zoffi e o ítalo-brasileiro Altafini
1980-81
Quantas alegrias e jogos fantásticos de Maradona no auge do Calcio, nos anos 80
Forza!
Outro trio de ferro, com Careca, Maradona e Alemão
1969
1978
1987-88
1984-85
San Paolo, a casa do Napoli. Inaugurado em 1959.
Foi palco da Copa de 1990.
Lembro-me que meu amigo saudoso Giovanni Bruno comentava sempre comigo:
"BUCCI, A ITÁLIA NUNCA DEVERIA TER JOGADO EM NAPOLI AQUELA PARTIDA CONTRA A ARGENTINA".
Mais um pouco deste belíssimo estádio.
San Genaro: o padroeiro de Nápoles e bispo de Benevento, martirizado em 305

Fico aqui com as palavras finais do Mestre Giovanni Bruno (in-memorian):
 "ERA UMA VEZ UM SONHO DE UM MENINO...
SEJA UM HERÓI: AJUDE A CONSTRUIR QUEM PRECISA; VIVERÁ COM MAIS INTENSIDADE OS BELOS MOMENTOS DA VIDA"
'AMICI MIEI, VOI SIETE LE MIE STELLE, 
CON AFFETTO',
GIOVANNI BRUNO.
Um brinde à vida. "Aos nossos momentos". Saudades...